26 agosto 2020

Dia 160- 26.08.20

Um dia produtivo!

Sozinha em casa o dia   todo, rendeu. 

Gravei,

Li,

Planejei,

Finalizei dois cursos,

Reunião da comissão para elaborar plano de retorno.

Um chima,  um pouco de música. 

Ah, pera,  esta  parte pula!









24 agosto 2020

Ah, ta!

 

Dia 154-155- 156- 157 - 158 24.08.20

 Teve neve na redondeza!

Quando neva os turistas nem lembram que existe COVID e correm pra Serra. 

Talvez o vírus não resista as temperaturas que estamos vivendo. 

Tomara que não!


E no mais:


Ah, tá!


No mais,  a gente segue hora apoiando, motivando,  incentivando,  dando a real pra algumas pessoas,  até pra aquela que vemos no espelho. 


Seguimos!

Hoje especificamente fui tomada por um sentimento inebriante de fazer bem, sentir-se querida, necessária e principalmente veículo de comunicação de Deus. 

Já sentiram isso?

Quando as palavras saem na medida e proporção  exata para levantar alguém do chão.  Sensação de não ser você que saberia escolhe-las tão bem. 

Ver a fisionomia melhorando,  o rosto ser preenchido com um sorriso e as rugas dissipando-se uma a uma. 

Eu sei que sou instrumento de Deus e quando sinto isso, quando me chega alguém e se materializa a minha energia em palavras  e ações percebo o tamanho da minha missão aqui. 


Nestes dias eu agradeço com tanta intensidade que me emociono. 

19 agosto 2020

Dia 153- 19.08.20

As notícias não são animadoras. 
Não  retornaremos em setembro. 
Os dias são de estudo, de levantar tarde,  de tomar café na cozinha,  de ficar sozinha,  de aprender. 
Dia de fazer almoço,  colher verduras frescas,  contemplar a paisagem, quebrar protocolos. 
Eu sigo procurando ocupação nos dias. 
E saber que eles já foram tão intensos,  tão repletos de trabalho , barulho,  agitação. 
Pode escolher o meio termo?
Nem assim , nem assado?
Se puder,  eu quero. 
Um pouco mais de ação,  por favor!


Ah! O coelho

 — Você me ama? Perguntou Alice.

— Não, não te amo! Respondeu o Coelho Branco.

Alice franziu a testa e juntou as mãos como fazia sempre que se sentia ferida.

—Vês? Retorquiu o Coelho Branco.


Agora vais começar a perguntar-te o que te torna tão imperfeita e o que fizeste de mal para que eu não consiga amar-te pelo menos um pouco.


Sabes, é por esta razão que não te posso amar. Nem sempre serás amada Alice, haverá dias em que os outros estarão cansados e aborrecidos com a vida, terão a cabeça nas nuvens e irão magoar-te.


Porque as pessoas são assim, de algum modo sempre acabam por ferir os sentimentos uns dos outros, seja por descuido, incompreensão ou conflitos consigo mesmos.


Se tu não te amares, ao menos um pouco, se não crias uma couraça de amor próprio e de felicidade ao redor do teu Coração, os débeis dissabores causados pelos outros tornar-se-ão letais e destruir-te-ão.


A primeira vez que te vi fiz um pacto comigo mesmo: "Evitarei amar-te até aprenderes a amar-te a ti mesma!"

Texto apócrifo


 


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18 agosto 2020

Dia 152- 18.08.20

No fim da tarde faltou energia elétrica, a chuva reavivou os verdes e eu observei os pingos correndo na vidraça.  Parece que apostavam corrida e chegavam com pressa até o chão. 

A chuva lava e limpa quase tudo. 

Tanta chuva e frio,  a meteorologia promete quedas bruscas de temperatura , neve,  geada e afins. 

Poxa, como eu queria gostar ao menos um pouco destas temperaturas.  Não consigo,  já desgosto antes de chegar.  Podíamos ficar com 15 graus e era isso.  Estamos em agosto,  já é hora do frio frouxar. 

O dia foi cheio de estudos.

Eu gosto de estudar. 


Cheio de fome,  ansiedade me da fome!

Cheio de espera, vou parar com elas,  está decretado. 

Cheio de vazios. Repletos de entendimento.  Só não entende quem não quer. 

Eu sou uma mulher inteligente!


Hoje eu preciso de duas taças de vinho tinto e Léo Rojas!





17 agosto 2020

Dia 149, 150, 151 - 17.08.20

Tantos dias... sem trabalho  presencial. Sem vida,  sem barulho, sem risadas de crianças,  sem cantar,  sem contar histórias e ver os olhinhos deles brilhando. 

O trabalho sempre foi energético pra mim.  É nele que eu mergulho de cabeça,  quando as coisas não estão bem certinhas. E nele que eu aterizo   quando está tudo maravilhoso.  

Meu bote de salvação,  meu paraquedas,  meu colete a prova de balas. 


É ele que me faz me sentir viva,  importante pro mundo,  necessária.

 Me faz me sentir  mais Gente.

Foi ele a vida inteira. 

Minha tábua de salvação. 

Meu Rivotril,  minha água de Melissa. 

Eu estou precisando trabalhar,  produzir,  ver crianças,  abraçar minhas crianças. 

Amanhã fazem cinco meses em homeoffice. Isso não esta  certo. 


Isso acaba com a saúde emocional  do peão. 

Preciso, ensinar,  cantar,  acolher. 

Eu preciso povoar meus pensamentos com gente. 

Ir pro mundo,  deslocar,  saltar e partir. 

No noticiário de hoje uma tragédia maior que tudo,  uma afronta à humanidade.  Santo Deus.  Pra onde iremos...tem piedade Deus,  olha pra baixo,  toca o coração da tua gente. 









14 agosto 2020

Dia 148- 14.08.20

Chove no sul do mundo. 
Frio e chuva. 


Um dia daqueles que não deixam saudades,  tudo muito cinza. 
Rodeada de silêncios,  ainda fico craque nisso,  ouvir silêncios. 

No outono não devia poder chover desse jeito, pelo menos não nos dias que a gente não tá lá estas coisas. 
Aliás, devia ter 
 chuva só a noite, ir pra cama  ouvindo  bater no telhado tem lá sua graça, mas saltar de manhã com sol e o delicioso luxo de viver. 

Batem teorias de todos os cantos em dias assim. 
Eu me arrependo tanto  quando imploro atenção...
pra quem sei que não  pode me dar. .. pior ainda!
Sorte que não costumo repetir as coisas que me arrependo. Não costumava! Não acostumarei !
Fico tão injuriada quando eu preciso colo e não recebo.  
Poxa,  nem tpm eu tenho... e essa coisa de estar sempre faceira e animando a galera,  me coloca numa condição de desvantagem. 
Isso é tão raro e da sempre errado. 


Vou beber vinho, vê se estas ideias somem daqui. 
Do mapa
Do mundo

13 agosto 2020

11 agosto 2020

Dia 145- 11.08.20

Santa Catarina com casos de COVID  em alta,  a maior do país!


Que devastação,  que vírus maldito. 


Uma taça tamanho família de vinho branco está comigo agora no sofá. 

Quero ver se ele harmoniza com essa sensação de  silêncio.  Indecifrável da noite. 



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Sempre

 Sempre que me sobra um mísero tempo, eu tenho vontade de  escrever. Ele anda escasso, veloz  e teimoso. Acredito que as palavras, este espa...